Traí meu namorado com seu melhor amigo

Fernando e eu namorávamos há quase 4 anos, mas um deslize dele fez o nosso relacionamento ficar na corda bamba. Passar por uma traição não é fácil, confesso, e tivemos que deixar meu emprego, famílias e amigos de lado, pra morar em outro local. Fernando disse que aquela mudança poderia ser algo positivo, pra reconstruir nosso relacionamento.
Eu havia chegado de um dia intenso de trabalho, naquela tarde só queria tomar um banho e deitar pra descansar. Eu sabia que Fernando, naquela hora, estaria trabalhando, então fiquei mais relaxada pra subir e refletir um pouco.

Escutei um barulho vindo do andar de cima assim que fechei a porta, logo me apavorei, não era o Fernando, ele estava no trabalho, eu tinha ligado pra ele quando estava saindo da empresa. Me desesperei com o possível assalto, já que meus pais não tinham a chave de casa. Telefonei para a polícia e resolvi conferir enquanto eles não chegavam. Subi as escadas trêmulas, e o barulho do quarto ainda era ouvível. Passei pelo pequeno corredor e fui me aproximando do quarto, a porta estava entre aberta, e quando empurrei devagar, Fernando estava em cima de uma mulher.

Aquela cena me chocou, minha cabeça estava girando, eu estava a postos de ter um desmaio, Fernando saiu do quarto enrolado no lençol me pedindo mil desculpas, e tudo continuava a girar…

Ele tentava de todas as formas amenizar a situação. Sempre que podia, ia me buscar no trabalho, ficava em casa aos finais de semana comigo deixando de lado a sinuca com os amigos, ele estava se esforçando, eu reconheço isso, mas traição é algo quase imperdoável.

A mudança para a nova casa do outro lado da cidade acendia uma luz de reconstruir nossas vidas novamente. Eu estava sem emprego, ajeitando a casa nova, enquanto ele continuava trabalhando. Sempre que eu deitava e fechava meus olhos, aquela cena era visível em meus pensamentos, e não era justo comigo, por tudo que construímos durante anos de relacionamento, eu estava passando pela pior fase da minha vida.

Nos estabilizamos por 3 meses, e Fernando disse que estava organizando um churrasco em casa pra reunir e rever os amigos. Concordei, realmente ver algum rosto familiar poderia ser a melhor coisa pra mim naquele momento.

As festas sempre duravam muito tarde quando ele estava com os amigos dele, e ninguém sabia do motivo de nós termos nos mudado, só sabiam que nosso relacionamento não estava mais a mesma coisa.
Minhas amigas tentaram arrancar de mim, mas a vergonha falava mais alto e acabei guardando pra mim mesma.

Eram quase 03:00 da manhã, todos estavam bebendo, fumando e curtindo a noite, eu bebia um pouco pra poder espairecer, pelo menos naquela noite. Renato era o melhor amigo de Fernando, em todas as sociais, ele estava junto. Me viu sentada num canto, com um copo de bebida na mão, e veio falar comigo:

– Oi Bianca. Noite incrível, hein?
– Ah sim, com certeza, essa festa vai longe.
– Não tem problema de dormir aqui, não é? Digo, eu bebi e tenho receio de pegar a estrada. O sofá pra mim tá perfeito, se não for incomodar, ou pego carona com alguém mesmo.
– Magina, por mim tudo bem, só avisa o Fernando que você vai tá aqui.
– Como se precisasse né. – Renato sorriu.

Renato e eu conversamos por alguns instantes, sempre falando de trabalho, estudo, planos, ele citando a mulherada que pegava todo final de semana e reclamando (como sempre) que não conseguia algo sério. Eu sentia que nele eu podia confiar, e algo no Renato me chamava a atenção, mas por eu estar com Fernando, não prestava muita atenção. Mas vendo ele ali perto de mim, conversando, bebendo e os pensamentos a mil, algo despertava dentro de mim, um desejo de amor, e talvez pra retribuir o que Fernando me fez.

– Bia, entendo que você não queira tocar nesse assunto, mas saiba que te respeito muito, e quero sempre ver vocês b…
– É complicado de explicar.
– Tenta.
– Não consigo, Renato.
– Tenta, por mim, deixa eu te ajudar. Eu vejo em seus olhos o sofrimento, e guardar pra você não vai ajudar em nada.
– É muito difícil, desculpe.
– Só tenta. Não vou julgar, prometo.
– Promete mesmo?
– Por nossa amizade. Prometo!
– Ele pisou na bola, sabe? Ele… er, ele me traiu. Eu o peguei com outra na cama, na NOSSA cama.

Renato ficou espantado. Minutos de silêncio e ninguém falava nada, ele tentava organizar tudo em seu pensamento até que eu tive uma atitude drástica, acabei apoiando minha mão em sua perna próxima do joelho. Logo tirei, fiquei constrangida com a situação, eu estava um pouco alterada, ele também, mas ele me olhava com uma cara que sabia o que eu estava passando.

– Nossa bia, sinto muito, mesmo!
– Tudo bem, estamos indo com calma dessa vez.
– Eu queria muito sair daqui e socar a cara dele nesse momento, ele é um babaca, você sabe disso, não sabe?
– Relaxa, eu disse que ta tudo bem, Renato.
– Puts, nem sei o que te falar. Se tiver algo que eu possa fazer por você, estarei aqui.

Quando Renato me disse isso, eu arrepiei. Meu desejo por ele estava ficando maior, e pensei que eu estava sem sexo desde o dia em que peguei Fernando com outra em nossa cama, eu estava muito estressada. Fernando se masturbava durante o banho, mas me guardei, eu estava explodindo de vontade, e só conseguia pensar no Renato, pra Fernando e eu estarmos quites.

– Renato, sobe comigo?
– O que?!
– Quarto. Comigo. Vamos?
– Bia eu não posso, ele é meu melhor amigo, por mais que eu esteja puto com ele.
– Eu fico quite com ele, eu me desestresso e você acaba com essa raiva. Por favor…
Renato estava ofegante, eu estava quase saltando pra cima dele, ele estava cedendo, queria também do mesmo jeito que eu estava querendo.
– Por favor Renato, faz isso por mim. – Olhei ao redor pra ver se não tinha ninguém por perto, e afastei um pouco meu vestido, deixando a mostra o fio que eu estava usando.

Renato acabou cedendo. Peguei em suas mãos e subimos as escadas rumo ao quarto. Chegando lá tranquei a porta e fomos para o banheiro. Liguei o chuveiro e ele foi tirando sua roupa enquanto não desgrudava seus olhos de mim.

Entramos debaixo do chuveiro e nos beijamos. Sua língua era macia, eu dava a minha pra ele chupar e morder a ponta dela. Naquele momento eu não pensava em mais nada, continuava a beijar sua boca, minhas mãos explorando seu corpo, ele ainda estava de cueca box, e eu sentia sua excitação tocar em mim.

Renato me encostou na parede e ficamos frente um ao outro. Me olhando, começou a me ensaboar. Suas mãos passavam pelos meus seios e apertava, o biquinho estava durinho de tesão, e ele dava alguns beliscos de leve me fazendo se contorcer de prazer. Desceu pela minha barriga, e como eu estava pelada, não demorou muito para que sua mão alcançasse minha buceta. Quando senti sua mão passar por cima dela, me retraí, deixando ela mais apertada. Renato ficou esfregando bem devagar, eu fui relaxando e abrindo minhas pernas, até que senti ele colocar um dedo dentro dela, massageando a entradinha e enfiando de leve, as vezes revezava com dois dedos.

Enquanto ele me tocava com um e dois dedos, continuou a me beijar entre gemidos, ambos estávamos excitados. Renato abaixou e tirou sua cueca, deixando a mostra seu pau que estava muito duro naquele momento. A cabeça estava bem visível, rosada, dura e muito grossa, e seu pau era curvado, um pouco grosso e mediano, com os pelos aparados, e as bolas murchas, grandes. Uma delícia!

Ele segurou em seu pau e ficou roçando por cima da minha buceta. Eu estava de pernas abertas e tentando relaxar, até que encostou a cabeça na entradinha da minha xota e foi empurrando. Senti uma dor um pouco grande, e me contive pra não gemer e gritar de tesão ao mesmo tempo. A cabeça era bem grossa, e minha xota estava agasalhando seu pau, ela piscava e apertava ele, fazendo entrar cada cm da sua rola. Relaxei por alguns segundos e Renato cravou ele inteiro, gemendo baixinho eu meu ouvido. Fui me acostumando, minhas mãos estavam apoiadas em seus ombros e ele me segurava pela cintura, conduzindo meus movimentos. A água caía sobre nós, e ele começou a dar alguns estocadas, metendo bem de leve. Tirava todo seu cacete até a cabeça, e voltava a cravar. Foi aumentando o ritmo e metendo bem forte e bem gostoso. O barulho da água abafava meus gemidos, eu tentava controlar enquanto ele socava bem gostoso até o talo, eu sentia suas bolas batendo em mim e dessa vez, suas estocadas eram mais fortes. Mordia seu ombro e gemia seu nome, sempre pedindo mais, minha xota estava se acostumando com seu pau e ele me pegou no colo, ainda encostada na parede e entrelacei minhas pernas ao redor de sua cintura. Nessa posição parecia que seu pau estava maior e a dor mais ainda. Continuou a bombar dentro dela, e sempre que minha xota apertava seu cacete, ele gemia meu nome bem baixinho me chamando de gostosa.

Ficamos nessa posição por alguns minutos, ele me tirou de seu colo e seu pau ainda estava bem duro e grosso dentro dela, me dizendo:

– Já fez anal?
– Já. Quer?
– Claro. Vira, bia.

Ele tirou seu cacete de dentro da minha buceta e me virei de costas, com as mãos apoiadas na parede e de pernas abertas, bem empinada.
Renato se ajoelhou atrás de mim, mordendo minha bunda e sua língua deslizava até minha buceta onde ficou chupando e mordendo de levinho, aquilo estava me deixando louca. Começou a chupar meu cuzinho e minhas pernas estavam trêmulas de tesão, até que não aguentei mais e pedi pra ele meter.

Ele ficou atrás de mim, ainda roçando seu cacete no meio da minha bunda, até que posicionou na entradinha e foi colocando. Era dor misturada com tesão, ao mesmo tempo em que eu não queria, mais eu queria ele dentro de mim. Renato segurava em minha cintura, ficou parado e puxou meu corpo de encontro ao dele, fazendo cada cm sumir dentro do meu cuzinho. Não aguentei e gemi de tesão, não fiquei preocupada se foi alto, só o xinguei de “puto” e pedi pra ele meter. Estava bem apertadinho, o que deixava ele maluco de tesão, não demorou pra ele começar a meter com mais força, ele via meus movimentos e me conduzia, me fazendo rebolar e kickar no seu pau. Eu sentia muita dor mas não queria parar, abafava meus gemidos e ele socava mais forte, bombando bem gostoso e fodendo com mais intensidade.

Não estava aguentando de tesão, disse a ele que queria gozar e ele deu mais algumas bombadas, tirou seu pau de dentro do meu cuzinho e se ajoelhou na minha frente. Começou a chupar minha buceta, metia a língua dentro dela e rodava me deixando maluca, eu segurava em seus cabelos e puxava de leve, esfregando sua boca nela e fazendo ele chupar com mais intensidade. Na medida que ia me chupando, ele ia se masturbando, até que não aguentei mais segurar o tesão:

– aaai vou gozar, chupa, chu-p…

Não consegui concluir a palavra, minhas pernas ficaram trêmulas e tive um dos melhores orgasmos da minha vida. eu sentia minha buceta se retrair, sua lingua rodando dentro dela e gozei na sua boca. Fechei meus olhos ainda segurando em seus cabelos e esfregando sua boca nela toda, enquanto ele lambia cada canto e chupava cada melzinho que ia saindo dela.

– caralho bia, que tesão da porra, vem, vem tomar leitinho também, se ajoelha

Obedeci. Ele se encostou na parede e fiquei ajoelhada em sua frente. Segurei bem firme em seu pau com uma mão e comecei a masturbá-lo enquanto chupava suas bolas. Ele também segurava em meus cabelos, conduzindo meus movimentos e subi até a pontinha. A cabeça estava muito inchada, fiquei lambendo ela e fui colocando cada cm na minha boca.
Senti tocar minha garganta, engasguei e babei no seu cacete, começando a pagar um boquete bem gostoso e bem lento, explorando cada cm da sua rola. Acelerei o movimento, chupava com mais vontade e mais rapidez, seu pau latejava dentro da minha boquinha e a grossura preenchia minha boca, eu estava me deliciando. Renato não aguentou mais o tesão, disse que ia gozar, e no momento que coloquei ele até o talo na minha boca e alisei suas bolas, senti seus primeiros jatos de porra inundar minha boca. Renato esporrava muito forte, eu sentia seu leitinho quente escorrer pela minha boca e fui engolindo sua porra. Ele segurava em minha cabeça e continuei a chupar até a última gota de porra, seu pau ainda estava bem grosso e duro, e ele suspirava baixinho .

Quando terminamos, tomamos um banho (de verdade, dessa vez), ele me esfregando e eu passando sabonete em seu corpo, com seu pau já dando sinais novamente, até que ouço alguém bater na porta:

– Amor, ta aí?

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