Meu amigo virou gay pelo padrasto

Este conto foi relatado por um amigo meu que é gay e que hoje tem 21 anos de idade, tendo se resolvido quanto a sua opção sexual aos 17 anos, quando algo incomum lhe aconteceu. O nome é fictício, mas a história excitou até a mim ao ouvi-la, então resolvi compartilhar com vocês, queridos leitores. E antes de qualquer coisa, agradeço aos que tem votado, comentado e acompanhado meus contos, me incentivando a postar outros.

Jorge era um garoto comum quando criança e nunca teve um jeito afeminado, nem interesse por outros meninos, até seus 17 anos. Eu sei disso não apenas por ele ter confessado isso, mas por conhece-lo desde criança e estudamos juntos até hoje. Me lembro de ter reparado em suas mudanças comportamentais e perguntar a ele o que andava fazendo que cada dia parecia mais misterioso e cauteloso ainda. Ele só me contou o que realmente acontecia, aos 18 anos. Jorge tem pele clara, cabelos ruivos e olhos castanhos, é magro e deve medir aproximadamente 1,70m e tem bastante estilo ao se vestir. Quando criança, era bem tímido e calado, mas sempre foi um bom amigo e conselheiro, apenas não podíamos contar com ele para brigar a fim de defender alguém, porque sempre odiou violência e sempre se mostrou submisso a qualquer pessoa. Talvez isso tenha facilitado um pouco o que ocorreu.

O pai de Jorginho era um bom homem, mas com o passar dos anos, foi ficando tão amargurado pela vida e ao se aposentar deve ter se sentido tão entediado que virou um cachaceiro de plantão. Antes mesmo disso, o pai de Jorginho já havia se divorciado e por isso a mãe de Jorginho arrumou outro marido, que é policial e tão maduro quanto seu pai no quesito idade, porém, mais em forma e atraente com todo aquele jeitão rígido e turrão. Jorge e o padrasto não se davam muito bem, pois por Jorge ter sido boa parte de sua vida, muito quieto, tímido e calado, o policial (que chamaremos de Paulo) sempre implicou com o menino, dizendo que devia ser gay enrustido e que precisava era de disciplina e um pai de verdade. A mãe de Jorge nunca foi muito de impor alguma coisa e o máximo que dizia para defender o filho, era “deixe o menino quieto na dele”. Meu amigo não discutia, nem dava más respostas ao padrasto por consideração a sua mãe, mas engolia muitos desaforos que durante anos guardou para si.

Certo dia, a mãe de Jorge precisou passar o fim de semana na casa de seus patrões, já que trabalhava como babá e os pais das crianças de quem ela cuidava, iriam viajar e não seria possível leva-las por causa da escola. Jorge pensou em como seria ficar só com seu padrasto em casa e se não acabaria explodindo de vez, se ele começasse a pegar em seu pé. Prometeu a si mesmo que iria que conter. Na manhã de sábado, seu padrasto acordara cedo, comprou o café da manhã já pronto e quando Jorginho acordou, notou que estava tudo preparado, mas ao se dar conta de que teria café da manhã, almoço, lanche e janta pela frente a sós com Paulo, pensou se não seria melhor ocupar seu fim de semana fora de casa com os amigos. Tentou dar meia volta, mas Paulo logo o fez frear e o chamou de volta para a mesa, então Jorge obedeceu e pensou em comer rápido, em silencio… Pena que os planos de seu padrasto eram opostos. Este, fez questão de perguntar sobre colégio, amigos, planos de estudos para o futuro, namoradas, etc. Mas a parte mais terrível foi o interrogatório do “por que não namora?” e “você sente atração por moças ou rapazes?” além de várias outras perguntas indiscretas. Após tomar seu café, Jorge lavou as louças e subiu de volta para seu quarto no segundo andar da casa, ligou o som alto suficiente para preencher todo o quarto, mas não ao ponto de fazer Paulo ir até lá reclamar. Até tentou entrar em contato com os amigos, mas cada um tinha seus planos para o fim de semana, o que o obrigaria a ficar em casa aturando seu padrasto. Sentou na cama e pensou melhor, se não estaria sendo duro demais e talvez até injusto com o homem… Se sua mãe gostava tanto dele, talvez devesse também se esforçar para tal, não é?

Jorginho ficou umas duas horas fazendo deveres de escola, ouvindo música e quando já não tinha mais o que fazer, resolveu descer até a sala e se desse sorte, seu padrasto estaria vendo algum filme legal na televisão e ambos poderiam começar a se adaptar finalmente. Com certeza sua mãe ficaria feliz ao voltar e ver que se davam bem. Então, ao descer as escadas notou que Paulo realmente estava vendo algo na tv e que bebia uma cerveja, tendo já uma garrafa no chão próximo a seu pé, totalmente vazia. Jorge se preocupou um pouco, pois já sabia que homens mais velhos quando bebiam, ficavam insuportáveis (tinha o exemplo de seu pai biológico). Mesmo assim, tomou coragem e se sentou no outro sofá, enquanto Paulo aproveitava já para puxar assunto:

– Olha só quem resolveu passar um tempinho de pai e filho e saiu da toca!!

– Você não é meu pai e eu só queria ver tv, já que a minha está estregada, eu desci. – Respondeu Jorge, sem conseguir evitar as respostas ríspidas.

– Sabe de uma coisa? Me sinto muito mais seu pai, do que aquele cachaceiro que te chama de filho.

– Olha só quem fala… O coroa que está terminando a segunda garrafa de cerveja!

– Olha moleque, se você não me respeitar, vou ter que te ensinar a fazer isso.

– Nossa, estou morrendo de medo! – Disse Jorge se levantando e por não ter comido direito no café da manhã e também para evitar ter que almoçar à mesa com Paulo novamente, se adiantou em ir para a cozinha e fazer um miojo, podendo comer sozinho sem papo furado.

Após almoçar, colocou todas as vasilhas e talheres sujos sobre a pia, para não manchar a roupa colocou um avental que sempre ficava pendurado em algum lugar da cozinha e pensativo, começou a lavar a louça. De repente ouve passos já bem próximos e mal teve tempo de virar o rosto e avistar seu padrinho e tudo aconteceu rápido demais para que pudesse evitar. Paulo vinha com suas algemas de trabalho na mão e algemou as mãos de Jorginho para frente como já estavam ao lavar a louça, a tv estava alta e por mais que gritasse (levando em conta que no fim de semana os vizinhos geralmente iam para clubes ou casa dos parentes) ninguém o ouvia. Paulo resmungava:

– Hunf…Até parece que um menino bobo desse vai me amedrontar. Vou lhe mostrar o que é ser homem de verdade!! Pai que é pai, faz o filho virar macho ou assumir logo de uma vez o que é, ao invés de fingir ser um menino recatado e sem graça.

– Me solte seu maluco!! Quando minha mãe chegar, vou contar o que está fazendo!! Aliás, você me paga, pois tenho engolido muito desaforo seu, só que agora já foi longe demais e irei denunciá-lo!!

– Faça isso e eu digo pra tua mãe que você trouxe seu macho pra casa e ficou gemendo o dia todo enquanto ele te fudia!!

– Deixa de ser otário!! Nunca trouxe sequer amigos ou amigas pra cá, acha que ela iria acreditar? De que macho estaria falando?

– Desse aqui, óh… – Respondeu seu padrasto já com a pica na mão, razoavelmente grande mas incrivelmente grossa. Aparentemente, colocar medo e chantagear Jorge lhe dava tesão.

– O que?! O que é isso, seu maluco?! Me solte agora e guarda isso pra você e suas putas!!

– Minhas putas?? Eu só como sua mãe desde que casamos!! E você vai ser castigado por ter a chamado assim. Minha puta agora será você!!

– Se você der mais um passo, juro que chuto suas bolas!

– Vamos ver se consegue! – Disse Paulo vindo por trás e segurando Jorginho que usava toda sua força para lutar contra seu padrinho, mesmo com as mãos presas a sua frente, em vão. Jorginho começou a gritar por socorro, mas o barulho da tv abafava sua voz. Paulo prendeu entre seus dentes um pano de prato e fez um nó forte na nuca de seu enteado para que parasse de gritar. Abaixou a boxer que usava e ficou completamente nu, fazendo questão de com uma tesoura que pegara em uma das gavetas da cozinha, rasgar a blusa de Jorginho e tirar sua calça, cueca e deixa-lo só de chinelo e avental. A força de Paulo era incrível, Jorge não tinha nem 20% daquela força e bem menos daquelas habilidades que seu padrasto tinha para imobiliza-lo. Ele continuava tentando se mexer e fugir dali, pelo menos impedir que a roupa fosse tirada, mas todos movimentos e tentativas eram em vão.

Paulo foi batendo punheta com uma mão e com a outra conseguiu forçar Jorginho a ajoelhar-se perante ele. Paulo é negro, tem cerca de 1,81m de altura, físico forte mas não chega a ser gordo, apenas grande e seus cabelos são cortados bem baixinho o deixando quase careca, mas tem traços faciais charmosos e um jeito militar rígido e sério. A essas alturas, Jorge tentava gritar mas o pano entre seus dentes não permitia, seus olhos arregalados e as vezes até suplicantes, analisava cada atitude de Paulo, temeroso com o que lhe aconteceria. Porém, ao invés de comover seu padrasto, parecia excitá-lo muito mais e este batia na cara de Jorginho com sua pica grossa e que crescia a cada punheta ainda mais. Resolveu aproveitar que o rapaz estava de joelhos e que não conseguiria se levantar sozinho dali e rapidamente abaixou o pano, deixando cair para o pescoço e antes que Jorginho conseguisse pedir misericórdia, aproveitou sua boca aberta para enfiar a pica até sua garganta, gemendo alto e segurando a nuca de seu enteado, para que chupasse tudo. Jorginho tentava se esquivar, virar o rosto e nada de conseguir. Paulo fudia a boca de seu enteado com força e rapidez, deixando ir até a garganta do rapaz de vez em quando para vê-lo babar em sua pica e engasgar com ela. Começou a dar leves tapas no rosto de Jorginho e dizia “Vai virar homem ou não vai,heim?! Prefere virar a putinha safada do macho da sua mãe, não é seu safado? Vou te mostrar o que é ser macho de verdade!!”

Quando Paulo já estava louco de tesão e necessitava meter o pau bem gostoso em algum outro lugar, lembrou-se que seu enteado devia ter o cuzinho apertado. Então, o levantou e segurou forte seu braço para não fugir. Com a mão livre, conseguiu abrir o pote de manteiga e melar dois dedos. Obrigou Jorginho a se inclinar sobre a pia e empinar a bunda, enquanto o menino suplicava para que ele parasse e começava a querer chorar, Paulo se excitava ainda mais e melava de manteiga o buraquinho de sua bunda grandinha. Quando ele começou a enfiar mesmo os dedos para lubrificar lá dentro, Jorginho soltou gritos de dor e sentiu mesmo assim o cuzinho latejar. Paulo esboçou uma expressão de tesão e satisfação, tirando os dedos e começando a roçar a cabeça grossa de sua pica na entrada do cuzinho de seu afilhado novinho, tímido e recatado. Para Paulo, essa era uma forma de Jorge decidir de uma vez por todas se iria agir como homem ou assumir que era gay. Jorge continuava gritando e suplicando que não fizesse isso e até tentou dizer que tinha certeza de que não era gay, mas Paulo disse “Depois que eu te fuder gostoso, você repete isso e eu vejo se acredito”, ao responder já foi forçando aos poucos o pau no cu de seu enteado, segurando sua bunda dos dois lados, abrindo bem para facilitar a entrada do pau grosso. As preguinhas do cuzinho foram sendo arrebentadas aos poucos, em meio a gritos abafados pelo barulho da tv e de tanto excitar Paulo com seus gemidos, Jorginho acabou sentindo seu cu sendo penetrado de uma só vez, que o fez gritar de dor e chorar, pois estando com as mãos presas já não poderia se defender.

Paulo fazia Jorginho empinar mais e de acordo com que foi laceando o cu apertado de seu enteado, foi socando mais rápido e mais forte, segurando-o pela cintura e soltando urros de tesão e prazer. Ao perceber que iria gozar, acelerou os movimentos e gemidos, que de uma forma muito estranha e sombria, excitou Jorginho que por sua vez, mesmo vendo que o próprio pau estava duro e seu corpo estremecia, arrepiava e que a vontade de gozar era forte, se recusava a crer que estava sentindo algum tesão nessa loucura toda. Paulo segurou com uma mão o pau de Jorge e o apertou, batendo uma punheta rápida e forte de forma que fez Jorginho gritar ainda mais, só que agora, de prazer.

O padrasto gozou e encheu de porra o cuzinho apertado que tanto latejava, de seu enteado submisso, enquanto Jorginho conheceu o poder da pica de seu padrasto que apesar de ser coroa, dava conta do recado muito bem. O clima ficou estranho em seguida, ambos cansados e sentindo o corpo mole, queriam apenas deitar. Paulo fechou todas as cortinas do andar de baixo (onde estavam) e levou Jorginho para o sofá, deitando-o lá. Ele deitou no outro sofá e em meio a lagrimas, Jorginho adormeceu, enquanto Paulo ofegante relembrava o acontecido e com um sorriso de satisfação ao olhar para seu enteado, também pegou no sono, preferindo deixa-lo preso por mais algum tempo, pois algo lhe dizia que ao acordar, ainda comeria aquele menino e o faria gemer alto novamente.

Bem galera, o conto é longo mas espero que tenham gostado. Ainda tem a continuação, mas postarei depois. Por favor, votem e comentem, pois isso é importante para saber se estão gostando mesmo ou não. Obrigada!!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s